Jornalistas põem dinheiro na campanha de Hillary

Mais de 250.000 pessoas já doaram fundos para a campanha da précandidata à presidência dos EUA, a democrata Hillary Clinton. Segundo uma reportagem da rede norte-americana MSNBC, a maioria absoluta das doações (94%) fica entre US$ 250 ou menos. Na média, os apoiadores de Hillary doam cerca de US$ 144,89.

 

Faz parte de cultura eleitoral do país que que os eleitores doem pequenas quantias aos candidatos aos seus candidatos. No entanto, tem chamado atenção na mídia local a doação generosa de jornalistas para a campanha de Hillary Clinton. O editor de moda da revista InStyle, Ariel Foxman, por exemplo, doou UU$ 2.700, assim como Lynne Segall, executivo e vice presidente do grupo editorial Hollywood Reporter e da Revista musical Billaboard, que doou a mesma quantia.

 

As informações sobre doações a candidatos são públicas e foram publicadas recentemente pelo Comissão Eleitoral Federal (FEC). Outros nomes de jornalistas que doaram para Hillary estão na relação feita por Andrew Kaczinsky para o portal Buzz Feed News.

 

A doação privada de campanhas nos EUA é liberada para pessoas físicas. A lei eleitoral americana determina que uma pessoa pode doar no máximo US$2.500 para um candidato. Mas uma pessoa física pode doar até US$ 30.800 a um comitê eleitoral nacional. Empreses e sindicatos não podem doar para candidatos, mas podem fazê-lo para os comitês nacionais.

 

Uma decisão da Suprema corte em 2010 permitiu também a criação de supercomitês eleitorais. Nesses comitês, as doações de pessoas físicas ou de empresas não têm um teto. Segundo a mesma decisão, os supercomitês não podem financiar diretamente as campanhas dos candidatos, mas podem fazer outras campanhas, apoiando candidatos ou criticando seus adversários, sem estar ligadas diretamente a quem apóiam.

 

 FOTO: Flickr/Mathias Ripp

 

 

Sumário