José Roberto de Toledo analisa no Estadão: Se é difícil para Dilma Rousseff ir até 2018 “com 7% ou 8% de popularidade”, tampouco seria fácil para o autor da frase concluir o mandato que por acaso venha a herdar
Em meio a esse redemoinho de insanidades que tomou conta do país nos dias de hoje, finalmente uma boa notícia: o fim das “doações” privadas para campanhas eleitorais. Foi finalmente fechada a porta de entrada da maior causa da corrupção