Lula perde, ninguém ganha
José Roberto de Toledo analisa no Estadão: Ninguém tem mais rejeição do que Lula da Silva. Ninguém tem mais eleitores cativos do que Lula da Silva. Com o impeachment de Dilma Rousseff cada dia menos iminente, o foco da
José Roberto de Toledo analisa no Estadão: Ninguém tem mais rejeição do que Lula da Silva. Ninguém tem mais eleitores cativos do que Lula da Silva. Com o impeachment de Dilma Rousseff cada dia menos iminente, o foco da
Em meio a esse redemoinho de insanidades que tomou conta do país nos dias de hoje, finalmente uma boa notícia: o fim das “doações” privadas para campanhas eleitorais. Foi finalmente fechada a porta de entrada da maior causa da corrupção
A forte redução do tempo disponível para propaganda eleitoral na reforma recém-aprovada, que aguarda promulgação, desperta um debate relevante: qual deve ser o nível ótimo de propaganda? Em outras palavras, há relação entre o tempo disponível para propaganda e
Luiz Weiss comenta no Facebook: Certo dia, lá pelos idos de 1963, dois fazendeiros de Minas se encontraram para trocar dois dedos de prosa. Eram tempos efervescentes, aqueles. A palavra de ordem dos sindicatos e então nascentes movimentos
Bernardo Mello Franco comenta: Um corrupto confesso, preso e condenado na Operação Lava Jato, foi o autor da melhor definição para o sistema que financia as campanhas eleitorais no país. “Esse negócio de doação oficial é a maior
José Roberto de Toledo comenta no Estadão: Não foi só a nota de bom pagador do Brasil que sofreu downgrade na semana passada. O sistema eleitoral brasileiro também foi desvalorizado, também andou para trás – só que ninguém viu.
A crença na política significa compreender o seu poder de comunhão. Uma virtude esquecida pela maioria das pessoas. Realçar essa virtude é um dos caminhos para salvar o fazer político da ojeriza. Degradar o fazer político só incita a
Mentir faz parte da política? Deve a Justiça Eleitoral proibir a mentira na Propaganda? A mentira, em campanhas, influencia o voto do eleitor? A maioria de nós pode pensar que as respostas para tais perguntas são: sim, sim e sim. Fernando
Marcelo Weiss comenta* em Marketing Político.com: Reduzir a propaganda eleitoral com a desculpa de baixar o custo das campanhas é o mesmo que proibir por lei a publicidade de produtos para baixar seus preços ao consumidor. Simplesmente não funciona
Eu mantive um relativo silêncio em relação ao projeto de Reforma Política, enviado à apreciação do Senado Federal, porque aguardava as intervenções de suas excelências, os nobres senadores, nas novas regras eleitorais. Neste semana, tivemos notícias das emendas senatoriais ao
O espetáculo ilusionista em curso no Congresso Nacional, chamado por alguns de “reforma política”, ainda vai ficar no pingue-pongue por mais algum tempo. Ideias abstrusas aprovadas pela Câmara são rebatidas com outras do Senado e voltam à raquete de origem,
Com meus 35 anos de profissão na área de criação de sistemas informatizados, faço algumas sérias reflexões para avaliarmos nosso sistema de apuração de votos. Já fui inclusive presidente de mesa em época de eleição, por quatro vezes, nos tempos